O MACACÃO

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Edição 273 – 01/06/18 a 30/06/18
Moda
Patrízia Bremer – Jornalista 17478 / Estilista

A moda é um verdadeiro ping-pong através do tempo, um bate-volta constante. Prova disso testemunhamos há pouco, nas núpcias do príncipe Harry, onde a bela noiva-princesa se casou trajando um vestido de noiva no mais puro estilo dos anos ‘60, onde a “haute couture” imperava. Esse vai-vem que entrecorta as décadas, onde a mais recente se baseia em outras mais remotas, é a inspiração para o presente, mas sem uma definição exata, criando assim uma grande liberdade de interpretação e, porque não, um grande “mix”, uma grade múltipla de uso – com um toque de atualidade.

Com o fator tempo cada vez mais acelerado e curto, com múltiplas tarefas e anseios se sobrepondo uns aos outras, temos que correr cada vez mais para conseguir realizar os nossos sonhos, nossas metas. Isso se reflete também no item vestir: temos que ser ágeis e práticas.

Portanto, uma peça digna de atenção é a volta do macacão. Não me refiro a um macaco grande, mas sim a essa peça prática do vestuário, que é usável a qualquer hora do dia ou da noite, no inverno ou no verão, em todas as estações do ano. Pode ir ao trabalho, às compras, a um encontro, a um cinema, teatro ou jantar.

É uma peça única, que você enfia no corpo e está pronta, vestida para sair – sem a neura do que combina com que. É feito de um mesmo material, cor ou estampa, tudo dependo do gosto de cada uma. Pode ser “slim” ou amplo, ajustado no corpo ou afofado na cintura.

Nesta época mais fria pode ser de um tecido mais pesado como um aflanelado ou lãzinha, que fica muito bem, por exemplo, num modelo com gola alta e um fechamento com vistoso zipper de alto a baixo. Ou, você pode usar um tecido e modelo mais leve, que você aproveita no verão, e usar por cima um blaser ou um casaco 3/4 de tricô, ou jeans. Lembrese de um cinto, fino ou largo, na cintura para um belo acabamento.

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